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SulAmérica Saúde no Brasil: opiniões de usuários
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Contrato em mãos, vou ser objetiva: consta que cirurgia indicada tem cobertura após 180 dias de carência. Cumpri mais que isso. A médica indicou o procedimento com urgência moderada, e a resposta é que a modalidade contratada prevê carência de 24 meses para o procedimento X. Qual é o documento certo? Cada um aponta um diferente. Enquanto a discussão corre, sete meses se passaram e eu sigo com dores, remédio diário e o braço limitado. Vou judicializar, sem medo de dizer: já consultei advogado. Não é só pelo meu caso, é por ver que o jogo é feito pra cansar. Quem não conhece os caminhos perde o direito. Comigo não. E fica o recado: guardem tudo, cada papel, cada e-mail, é o único jeito.
Meu cardiologista pediu um exame específico de colesterol e negaram, chamando de desnecessário. Desnecessário, como? O pedido veio do médico que me acompanha há anos e conhece meu histórico. Depois de tudo que eu pago, não querem nem bancar um exame de sangue pra afinar o tratamento. Paciência tem limite.
Reembolso com prazo contratual de 30 dias, que virou 90 e contando. Já mandei tudo que pedem: protocolo, recibo, laudo. A resposta é uma só: aguarde. Quem aguarda sou eu; o pagamento que não vem é meu. Estou em contagem regressiva pra abrir reclamação na ANS.
O aplicativo mostra meu cartão de vacinação errado: faltam doses registradas e uma aparece em duplicidade. Pra comprovar vacinação na escola e em viagem, isso embola tudo. Já pedi correção três vezes, sem prazo e sem resposta.
Faz um ano que estou nesse plano e o balanço é: melhorou o atendimento presencial (médicos bons, enfermagem ótima), piorou o relacionamento digital (app ruim, chat lento). Se derem conta da parte de trás da casa, vira um bom plano; por enquanto, mediano. Vou acompanhar mais seis meses antes de decidir se fico.
Meu plano foi cancelado por suposta inadimplência, sendo que o pagamento estava em débito automático e eu tenho comprovante. Descobri no pior lugar possível: na farmácia do hospital, com a receita na mão, atendimento negado na hora. Passei por uma cena que não desejo pra ninguém, e depois foram dois dias de ligações pra restabelecer, com gente pedindo desculpas sem resolver. Erro do sistema, dizem. Erro não: negligência, e das grandes.
Meu marido ronca alto e para de respirar à noite; o pneumologista pediu polissonografia e o pedido foi negado duas vezes, uma por falta de laudo complementar e outra alegando que a especialidade não faz parte da cobertura pra essa finalidade. Que finalidade? Ele sai do sono cansado, dorme mal, tem pressão alta, e a médica suspeita de apneia com impacto no coração. Estamos pagando o exame particular semana que vem, porque o risco de esperar uma terceira negativa é grande demais. Fico pensando em quantas pessoas desistem no caminho por não ter como pagar e continuam anos dormindo desse jeito. Se o plano se vende como se vende, era pra cobrir o que os médicos pedem, com critério, não com roleta.
Protocolo aberto, prazo prometido de 5 dias úteis. Passou três semanas e nada. Ligo de novo e a atendente diz que o prazo começa a contar de outra data. Que data? Cada resposta inventa uma. É um deboche com quem espera solução.
Minha médica de família da rede é um achado: escuta, explica, acompanha tudo em consultas que nunca parecem corridas, e responde minhas dúvidas pelo app. É esse tipo de vínculo que faz diferença em saúde. Obrigada por tanto profissional bom.
Negaram fisioterapia domiciliar pra minha mãe no pós-AVC, com laudo e tudo, alegando que a modalidade não está disponível para o caso. Detalhe: no contrato, está escrito que cobre. Na prática, a locomoção até a clínica é impossível pra ela hoje, então a negativa equivale a negar o tratamento em si. Estamos pagando um profissional particular, chorando o orçamento. É o tipo de decisão que transmite um recado: pra vocês, logística vale mais que a recuperação de gente.
Minha mãe foi internada pra uma cirurgia de quadril e eu quero agradecer de coração. Desde a autorização, que saiu em três dias sem insistência nenhuma, até a alta, tudo foi conduzido com profissionalismo e gentileza. O médico passou antes e depois, explicou pra nós em linguagem clara, e a fisioterapeuta foi incansável: mais de uma vez vi ela tranquilizando minha mãe, que morria de medo de cair de novo. Recepção, pessoal da limpeza, enfermeiras: todos trataram a gente com uma humanidade que eu não esperava num momento tão pesado. Ela já está andando de andador, sorrindo de novo. Não tem dinheiro que pague. Muito obrigada à SulAmérica e à equipe que cuidou dela.
Quarenta minutos na central pra ser transferida e cair a ligação. De novo. De novo. Cansei.
Preciso de artroscopia no joelho, indicada por laudo, com fisioterapia falhada comprovada e imagem mostrando a lesão. Negaram, pedindo mais documentação que já foi entregue. Meu ortopedista quase perdeu a paciência na minha frente, porque em termos clínicos não falta nada. O que falta é vontade. Fico assim, sem operar, perdendo mobilidade a cada mês, com medo de me acostumar com a dor. Vou procurar advogado, porque é a saúde da minha perna em jogo. E o pior é saber que, se eu tivesse pagado particular no primeiro mês, já estaria recuperado.
Boleto chegou com valor diferente do contrato, sem explicação. Liguei: foi reajuste. Reajuste que ninguém comunicou, né?
Quero elogiar o processo de adaptação do aparelho auditivo do meu pai, de 82 anos: a avaliação foi completa, a liberação mais rápida do que esperávamos, e a fonoaudióloga acompanha a adaptação com sessões que ele adora. Ele voltou a participar das conversas de família, coisa que tinha deixado de fazer com vergonha. Minha gratidão é enorme. Vale cada centavo do plano.
Consulta de retorno frustrante: o médico não leu meu histórico, mexeu na medicação de pressão sem nem perguntar o que eu vinha sentindo, e no dia seguinte eu estava descompensado. Tive que correr no particular com outro cardiologista, que levou 40 minutos só pra reconstruir meu caso e refazer tudo. Erro de um atendimento apressado que me custou caro, física e financeiramente.
Fiz fisioterapia pélvica pós-parto e foi transformador: as sessões foram aprovadas rápido, a fisioterapeuta é um primor de cuidado e competência, explica cada exercício, respeita o ritmo e nunca me fez sentir constrangida. Em três meses, resolvi dores que eu achava que ia levar pra vida toda. Que os planos valorizem esse tipo de atendimento, que é saúde de verdade pra mulher.
Vou prestar um depoimento sobre o tratamento da minha tia, porque foi ela que pediu pra eu escrever. Ela descobriu um câncer de mama num exame de rotina, estágio inicial, e o encaminhamento foi rápido: mastologista em uma semana, biópsia em outra, cirurgia em menos de um mês, tudo autorizado sem negativa e sem corrida atrás. Depois vieram a quimioterapia adjuvante e a radioterapia, que a SulAmérica liberou em sequência, sem interrupção, com as medicações certas e no cronograma dos médicos. Ela me disse que o que mais a marcou foi o hospital-dia: as enfermeiras chamando pelo nome, oferecendo água, cobertor, arrumando a poltrona pra ela ficar confortável, e uma assistente social que apareceu pra explicar direitos e benefícios que a gente nem sabia que existiam. No meio de um pesadelo, ela teve uma rede embaixo. Enfim, um serviço que respondeu à altura do pior momento da vida dela. Sei que muita gente tem críticas, mas a nossa experiência foi digna de aplauso, e eu devia esse registro.
Minha mãe ficou internada três dias e ninguém ligava pra dar notícias. Eu ligava e a informação era sempre a mesma: a equipe vai falar com você na visita. E quem mora longe, como fica? Espera a visita do dia pra saber de exame, de diagnóstico, de tudo? O mínimo é uma comunicação transparente. Faltou.
Fisioterapia excelente no espaço que frequento: estrutura nova, equipamentos completos e, acima de tudo, fisioterapeutas comprometidos. Minha evolução é medida e celebrada junto comigo, com exercícios ajustados de sessão em sessão. Saí de uma lombalgia que me derrubava toda semana pra uma rotina quase normal em dois meses. A recepção também é um carinho com os pacientes. Recomendo de olhos fechados 🙏