Seguros · Brasil
Yelum Seguradora no Brasil: opiniões de usuários
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Nossa experiência com o seguro da bicicleta: cadastramos em janeiro. Em abril, a bike foi furtada da garagem fechada, com boletim e câmeras. A resposta foi um festival: primeiro pediram o "registro da bike", que nem se aplica; depois questionaram se a bike "era usada para trabalho", o que reduziria o seguro; agora pedem "cópia do RG do síndico que atestou o furto no condomínio" — o síndico não atesta nada, isso é fantasia. Estamos no terceiro mês e a bike, essa, já era. Ficção barata.
Análise pra sempre, resposta pra nunca. Cancelei na raiva.
Seguro "para tudo" que na prática é "para nada". Meu celular caiu, tela trincou — excluído. Rabiscaram de todo o jeito para não pagar. Quando questionei as cláusulas, me mandaram ler "os termos no site", sem qualquer orientação do atendente. Fica aqui meu relato: leia tudo antes, porque na hora H a conversa muda.
Meu pedido: comprei, usei um mês, tentei cancelar. Três tentativas pelo site: erro. Por e-mail: "responda este e-mail com o número do contrato" — e depois nunca retornam. O suporte só serve para mandar boleto. Esqueci que existia... até o débito continuar. Aí lembrei.
Comprei o seguro da Yelum por impulso num checkout, confesso. E o roteiro é sempre o mesmo: entrei no site para usar o seguro do celular (roubo na saída do metrô), e o que precisam nunca está pronto: o formulário "está fora do ar", o anexo "não abre", e a resposta sempre chega depois "por e-mail" — que nunca chega. Sobre reembolso, quando alguém finalmente responde, o valor é sempre irrisório: R$ 500 para um aparelho de R$ 2.000. Pago todo mês para nada.
Suporte? Só pra vender. Na hora de resolver, sumiu geral. Furada.
A regra deles é clara: se em qualquer lugar do passado você já arranhou algo do aparelho, "já existia avaria anterior" e tá negado. Bom, se o seguro não cobre uso real de nada, a única cobertura de verdade é a da propaganda. Péssimo e não recomendo.
Vou escrever com calma, embora não esteja calmo (aviso). O resumo: contratei o seguro do celular para ter paz, e passei a ter mais preocupação do que nunca. Meu aparelho foi roubado em um assalto no ponto de ônibus, à mão armada, com registro policial e tudo o que a lei pede. A primeira resposta foi um pedido absurdo: "comprovante de pagamento do seguro dos últimos 12 meses" — sendo que o seguro é cobrado no mesmo cartão que eu usei para tudo, e a própria empresa cobra automaticamente há 8 meses. Pior: em maio, descobri que o contrato tinha "cobertura de roubo" com uma franquia que nunca apareceu em nenhum lugar da contratação. Para não me estender: 4 meses, zero indenização, e uma oferta final que cobre 40% do valor do aparelho, aceitar ou processar. Estou processando, com o Procon do lado. Não vou esquecer e não vou recomendar para um único ser humano.